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Carnaval

O carnaval por aqui foi super tranquilo, com uma viagem pra roça, muita chuva, muito descanso, muita risada, muita comida, muito sono, muita preguiça, família reunida, boas vindas as novas sobrinhas: Karen e Milena.

Voltar a rotina é que está difícil, o sossego de uma cidade pequena nos pegou de jeito, quero ir morar lá, hahahaha (quem sabe Deus não nos abençoa e nos mudamos mesmo).

Vamos de fotos:

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Oi e tchau

Oi pessoas!

Como disse minha amiga Roberta eu apareço e sumo, sumi e agora estou aparecendo pra dizer que vou sumir de novo, hahahahaha.

Estou saindo para um descanso merecido. As pessoas costumam dizer que o ano só começa de verdade depois do carnaval, mas aqui em casa e na empresa o ano começou a todo vapor, me fazendo pirar um pouco. Por esse motivo, eu e o chefe, ops marido, vamos viajar por dez dias, para descansar e renovar as energias, porque a gente merece!

Desejo a quem passar por aqui nesses dias de ausência, que curtam bem esses dias de folga e JUÍZO!!!

Beijos

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Volta Redonda / RJ

Vou contar a história do início (atenção aos navegantes: POST LONGO).

Eu tenho um grupo de amigas que conheci na internet, nós nos chamamos carinhosamente de #bandidas ou #mauricias

Quase todos os dias da semana nós nos reunimos no “boteco” para tomar umas e outras, conversar, chorar, contar piadas, dar gargalhadas e tudo mais que tivermos vontade.

O fato é que essa aproximação pela telinha do computador é tão grande que bate aquela vontade de conhecer pessoalmente cada pessoinha que faz o seu dia ou noite mais feliz. Para uma pessoa como eu que está longe da família, acaba sendo superimportante cada uma dessas amizades.

Aí que na sexta à noite estava eu no boteco e a Ju falou que no sábado iria para Volta Redonda conhecer a Bel (que mora lá) e a Debinha (que veio de Beagá). Pausa – A Debinha chegou aqui no Santos Dummond na quinta-feira e a Ju foi lá conhece-la, eu também tinha preparado tudo para ir, mas na minha cabeça de vento a Debinha chegava só na sexta-feira e não na quinta-feira. #soulesada – Despausa. Eu fiquei doida de vontade de ir para Volta Redonda com a Ju (a Ju mora em Nova Iguaçú e a gente ainda não se conhecia pessoalmente). Fui convencida pelas bandidas a ir também. Cris ainda não tinha chegado em casa, ele chegou já eram mais de meia-noite, eu falei com ele que iria no sábado para Volta e ele me perguntou se eu queria que ele ficasse com a Mari. Mas se a pessoa chega lá sem a Mari, iria ser trucidada, hehehehe.

Sábado levantei cedinho, me arrumei, arrumei a Mari e fomos encontrar com a Ju na rodoviária Novo Rio. A Mari caiu chegando ao ponto de ônibus, perdi um ônibus e cheguei lá atrasada pra variar um pouquinho. A Ju já me viu de longe e correu pra me abraçar, o abraço bom dessa bandida. Nem parecia que a gente ainda não tinha se visto pessoalmente. Ficamos esperando a Jaque, que estava mais atrasada que eu, hehehehe. A Jaque eu só conhecia do blog Fina Flor de tanto a Ju falar, mas foi uma boa surpresa conhece-la. Ela e Mari se deram muito bem, e aposto que ela ainda está cantando: “Mariana conta 1, Ana viva Mariana…”

Diz pra mim que cariocas são essas que se perdem na rodoviária Novo Rio, sem saber onde compra passagem? E olha que a gente estava em frente ao guichê de venda e não vimos. Só a gente mesmo. Depois que encontramos e compramos a passagem, ficamos esperando o horário do ônibus. Foi nessa espera que a Ju descobriu a paixão da Mari por banheiros. Ela não pode chegar a qualquer lugar que pede para ir ao banheiro, seja no shopping, no restaurante ou na casa de qualquer pessoa. Só que nem sempre ela quer usar o banheiro, ela quer mesmo é conhecer, fazer um turismo pelos banheiros da vida. A Jaque perguntou: “Como você sabe que ela quer ir ao banheiro?” Minha resposta: “Não sei!” É verdade, como você sabe se uma criança quer ir mesmo ao banheiro, eu fico observando a insistência dela, se insistir muito eu sei que quer, se ela esquecer logo, é só pelo turismo ao banheiro mesmo.

Liguei para a Bel, a Debinha atendeu, falei pra ela nos esperar com o almoço pronto. Ela acreditou, depois ligou toda preocupada por causa da distância da casa da Bel para o Centro de Volta Redonda. Eu só estava brincando e ela levou a sério, hahhaha.

Na hora de entrar no ônibus, eu descubro que estou sem a certidão de nascimento da Mari. Que mãe é essa que esquece a certidão da filha? O fato é que Cris pegou a certidão dela da minha carteira e não devolveu. Eu fiquei na pista. Mostrei para o motorista a carteira do plano de saúde, dando aquela engambelada e conseguimos entrar no ônibus. Mas fiquei morrendo de medo de não conseguir voltar. Liguei e pedi para o Cris me passar a certidão por e-mail.

A viagem foi superengraçada! Mariana cantando o tempo todo, na maior empolgação, pulando, toda feliz! Alguns passageiros com as caras amarradas pela bagunça e a gente se divertindo. Mariana contou várias histórias para a Jaque e a Ju. A Ju queria dormir, vê se pode? Todo mundo empolgada e a Ju querendo dormir, é claro que não deixamos.

Quando estávamos próximos, liguei novamente e avisei que já estávamos chegando. O motorista foi muito lerdo. Levamos um tempo para chegarmos. E chegamos morrendo de fome. Esperamos um pouquinho pela Bel e Debinha, quando elas chegaram não nos viram. Aí dei um gritão na rodoviária que faz eco, todo mundo olhou pra nossa cara, foi engraçado. Abraçar essas meninas é bom demais! Depois de tantos papos no msn, ver pessoalmente é muito bom.

Fiquei encantada com a Bel e a Mari também ficou. Bel é linda, um doce de menina! E que olhos são aqueles? Lindos demais! Debinha é engraçadíssima, exatamente como eu imaginei. Só a voz dela que eu achei que era mais aguda, mas ela tem aquele vozeirão grave, hahahaha.

Depois dos abraços e todo mundo falando ao mesmo tempo, fomos atravessar as difíceis ruas de Volta Redonda para chegar ao shopping, que só passamos por ele, nem conhecemos. Sentamos em um restaurante para almoçarmos, mas o comida demorada. A Bel e Deb foram no Subway e lancharam, voltaram para o restaurante e nem sinal da comida. Eu perguntei pro garçom: “Se a gente cancelar e pedir novamente, vem mais rápido?”. A fome era demais. Aí Manu ligou de Manaus e o rango chegou, dispensamos ela rapidinho ao sentirmos o cheiro delicioso do feijão. Comemos muito. Conversamos bastante também.

Mari sentou num banquinho na praça e danamos a tirar fotos. E Mari fazendo todas as poses que eu mandava. Uma figurinha. Entramos rapidinho numa Lan House para eu imprimir a certidão da Mari, pois apesar de ter gostado de Volta Redonda eu não queria ficar por lá por não poder voltar pra casa, hahahahaha.

Fomos ao Zoológico, mas nem deu tempo de nos divertimos. A gente queria andar de pedalinho, mas já estava fechado, eu pisei em falso num degrau, cai, fiquei com medo de soltar a mão da Mari e ela ir parar dentro d´água, então ela caiu de boca no chão. Foi um desespero tremendo, a Mari com a boca sangrando muito, chorando desesperadamente. Pavoroso. Todo mundo correu para ajudar. A boca dela ficou imensa de tão inchada. Consegui depois de muito custo acalmá-la e ela dormiu. Achei melhor voltar para casa, estava com o coração apertadinho, com uma vontade imensa de chorar, até que fui forte, só algumas lágrimas que escaparam e me senti culpada por ter estragado um passeio tão legal, mas tem coisas que só acontece comigo mesmo. As meninas foram bem legais comigo. Mari até ganhou um balão em forma de coração.

Bel e Debinha nos deixaram na rodoviária, na hora de entrar no ônibus, Mari queria trazer a Bel com ela, hehehehe. A viagem de volta foi bem tranquila. Mari dormiu a maior parte da viagem. Ju e Jaque desceram em Nova Iguaçú, eu cheguei na Novo Rio e Cris já estava me esperando. Comprou um sorvete para a Mari, o que ajudou a desinchar mais a boquinha dela.

Na volta para casa a Mari me falou que ía comprar uma ilha cheia de casinhas para morar com todas as minhas amigas e um avião rosa para gente ir visitar todo mundo! J

Depois de chegar em casa fui checar meus e-mails e tinha um e-mail muito especial da Ju, que guardei com todo carinho. Foi muito bom conhecer essas amigas virtuais que agora se tornaram reais!

Agora só falta conhecer a Cíntia, Annie, Manu, Vanessa, Suelen e mais quem quiser me conhecer!

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Itaperuna/RJ

Diário da viagem

Nós viajamos na quinta-feira. O Cris ainda iria ensaiar as músicas que seriam tocadas no casamento.

A viagem foi tranquila, apesar de em muitos momentos a Mari ficar entediada. Normal, uma criança de dois anos e meio não consegue ficar parada muito tempo no mesmo lugar. Viajamos eu, Cris, Mari, Edson, Jô e Jhade.

Chegamos lá por volta das sete da noite. Logo o Cris já foi arrastado pela Rosangela para o ensaio. Eu e Jô fomos nos organizar e cuidar das crias (Mari e Jhade).

Na sexta ficamos o dia todo tentando nos refrescar do calor. O lugar é mais quente do aqui. Combinamos de sair de noite, que estava mais fresquinho, e seria melhor para as crianças. Mas, uma chuva torrencial não nos deixou sair. Pedimos lanches e ficamos zoando tudo na casa de Rodrigo e Jamile.

No sábado acordamos cedo e fomos conhecer a cidade. Andamos um pouco, eu comprei o presente da Rô. Deixei para comprar lá, para que ela pudesse escolher. Depois da compra feita, fomos almoçar em um restaurante. Almoçamos e subimos na parte mais alta da cidade, onde também tem um Cristo, tipo imitação do Cristo do Rio só que bem menor. E esse é o único ponto turístico da cidade. Lá é bem roça mesmo. Mari viu pela primeira vez vaca, bois, bezerros e cavalos.

Depois voltamos correndo para casa, para nos arrumarmos para o casamento. Nos aprontamos em casa mesmo. Eu fiz o cabelo da Jamile, enquanto ela fazia as unhas do Rodrigo, enquanto a Jô fazia o meu cabelo, e Cris e Edson cuidavam das meninas.

Tudo pronto, todos são e salvos, chegamos na igreja. E a noiva não atrasou, hehehe. O casamento foi lindo e emocionante. A Rô tava linda, como disse Mariana parecia uma princesa. O noivo que estava nervoso, e a noiva tranquila. O casamento foi numa igreja católica, muito linda por sinal. O Cris tocou saxofone, e ficou lindo demais. Meu amor manda muito bem (pausa para limpar a baba).

As felicitações e cumprimentos foram na própria igreja, não teve festa. Então saímos da igreja e fomos para um lugar com música ao vivo. Lá tinha brinquedos, e a Mari se acabou na cama elástica, pulou muito e se divertiu bastante.

Domingo de manhã, já levantamos arrumando as malas e bagunça que deixamos na casa alheia. Acho que depois de nossa estada na casa da Jamile ela não vai querer filhos nem tão cedo, hehehe. Voltamos depois do almoço, e chegamos em casa quase dez da noite, debaixo de uma forte chuva.

E foi assim, nossa visita relâmpago em Itaperuna. Vamos marcar para voltar lá com calma, passando mais dias, para que possamos visitar todos os parentes que moram por lá. Fomos muito bem recebidos e adoramos conhecer um pouquinho do interior do Rio de Janeiro.

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Rapidinhas

Dando uma passada rápida por aqui, só para dizer que já voltamos de viagem. Chegamos no domingo, mas de dez da noite.

Ontem e hoje, estava arrumando a bagunça, desfazendo as malas, lavando roupa, limpando a casa, tive que ir devolver a roupa alugada para o casamento, ainda tive que ir ao banco resolver pepinos básicos e entrar em contato com clientes, fazer a agenda do mês de dezembro e outras coisinhas mais.

A Mari tá me cobrando montar a árvore de natal e eu não estou com a mínima disposição.

Depois volto com as fotos da viagem e do casamento (mas elas já estão no orkut).

A Mari também soltou algumas pérolas, as que eu me lembro:

  • Mari, você é muito especial e preciosa (eu falei para ela)
    Você também é mamãe, muito especiosa. (fofa demais)
  • Papai olha a bilata. (ponto de interrogação na cara do pai)
    O que filha? (o pai perguntou)
    A bilata papai. (ela respondeu)
    É a barata. (eis que a mamãe ajuda o papai, e ele mata a barata)
  • Mamãe me dá o quiali. (ponto de interrogação na minha cara)
    O que você quer filha? (perguntei)
    Eu quero o quiali mamãe.
    Não entendi filha.
    O quiali! (ela responde impaciente)
    Meia hora depois, com Mari chorando, pedindo o tal quiali, eu acho o coala (um bichinho de pelúcia) e pergunto:
    É o coala que você quer?
    É mamãe, o quiali. (ela responde toda feliz)

Volto depois, se tiver disposição, o cansaço bateu e ficou.

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Viagem

Nesse sábado é o casamento da Rosangela, prima do Cris. E nós somos padrinhos.

Estamos viajando hoje, mas volto na segunda com bastante fotos do casamento, e do nosso passeio pelo interior (leia-se com sotaque paulista) do Rio de Janeiro.

 

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Jesus quero beijar teus pés

Vídeo lindo. Espero que abençoe a sua vida.

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