Arquivo da categoria: Filmes

Ponto de decisão – Not Easily Broken

Título no Brasil: Ponto de Decisão
Título Original: Not Easily Broken
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 99 minutos
Ano de Lançamento: 2009
Estúdio/Distrib.: Sony Pictures
Direção: Bill Duke

Sinopse: A estrada do amor verdadeiro sempre é esburacada. Pergunte ao Dave (Morris Chestnut) e à Clarice (Taraji P. Henson) Johnson. Depois de muitos anos de casamento, a afeição de um pelo outro está sendo duramente testada pelas reviravoltas da vida. Um acidente de carro obriga a Clarice a suspender temporariamente as suas atividades, e o casal tem que lidar com tentações carnais, problemas financeiros e desafios emocionais que ameaçam o amor que um sente pelo outro. Então, afinal, veem-se obrigados a avaliar se os votos de casamento que fizeram no altar podem ser facilmente quebrados neste filme emocionante baseado no romance de sucesso de T.D. Jakes.

Eu passei pela locadora e trouxe esse filme para casa, sem nunca ter lido nada a respeito, simplesmente porque eu li a sinopse e percebi que era o tipo de filme que eu gosto. Vai, me chamem de louca, mas eu gosto de um bom drama! Fazer o quê? Já que sou totalmente dramática. Também trouxe já sabendo que ia assistir sozinha, pois maridex não gosta de drama, chama ele pra ação, aventura, ficção científica, suspense e até uma comédia romântica, mas drama definitivamente ele não gosta.

O filme começa com o casamento de Dave e Clarisse, uma cerimônia linda! Dave narra rapidamente como conheceu Clarisse na faculdade, suas qualidades e com a conclusão de que fez o que qualquer homem faria quando encontra uma mulher como ela e todos os sonhos que eles querem construir ao longo de suas vidas juntos.

A realidade acaba sendo bem diferente dos seus sonhos, ele é um jogador de beisebol com um futuro promissor, mas acaba tendo uma séria lesão no joelho e tudo vai por água à baixo. Dave se encontra na triste realidade do dia-a-dia, trabalhando em um negócio próprio de construção e reformas, ganhando menos que sua esposa e sendo ridicularizado o tempo todo pela sogra, que se mete no seu casamento sem dó e nem piedade. Mas ele não deixa de lado sua paixão pelo beisebol, ele treina alguns garotos como um trabalho voluntário e incentiva os sonhos desses garotos, mesmo que o sonho dele não tenha se concretizado.

Um dia ele fica até mais tarde com os garotos e chega atrasado para um compromisso da mulher, ela iria receber um prêmio por ser a melhor corretora do ano na empresa que trabalha. Ela fica louca e no caminho até a tal festa, Clarisse vai brigando com Dave o tempo todo, até um carro atravessa um cruzamento os pegando em cheio. Clarisse tem que passar por um cirurgia, ela sai viva do acidente, mas com uma lesão na perna e se não seguir uma séria fisioterapia não poderá voltar a andar.

O acontece em seguida é uma mulher totalmente depressiva, nada do que o marido faça está bom para ela. E para completar a nada mole vida de Dave a sogra ainda se muda de mala e cuia para sua casa. E se as coisas não poderiam ficar piores, ainda aparece uma fisioterapeuta linda e que tem um filho maravilhoso, assim como Dave sempre sonhou em ter e Clarisse nunca quis. Ingredientes perfeitos para uma breve separação.

Eu não vou contar o que acontece a seguir, porque seria um grande spoiler, mas o final é digno de uma salva de palmas. Vou só falar dos pontos que me chamaram atenção no filme:

1-      O filme é narrado por um homem e foi diferente ver as coisas da percepção masculina, em muitos pontos eu concordei com Dave. Não, eu não sou machista. E acho que foi por isso que concordei com ele, pois ele não é machista em nenhum momento. Ao contrário da Clarisse que é totalmente feminista, sua mãe a criou assim e em todos os conselhos que ela dá a Clarisse, ela coloca os pontos feministas, que mulheres devem ser forte e nunca se rebaixarem para um homem. Eu sou totalmente contra todo esse sexismo, seja ele machista ou feminista. Somos seres humanos criados à imagem e semelhança de Deus.

2-      O fato de ter uma terceira pessoa envolvida no casamento de Dave e Clarisse, nesse caso a pessoa envolvida é a mãe de Clarisse. Um casal é formado por duas pessoas e ponto final.

3-      Na cerimônia do casamento de Dave e Clarisse, o pastor usa uma corda como símbolo do cordão de três dobras, enrolando uma sobra nos ombros de Dave, uma dobra nos ombros de Clarisse e deixando a terceira estendida, dizendo que eles devem deixar Deus estar na terceira dobra. Essa simbologia foi muito bem colocada. E quando eles procuram o pastar para um aconselhamento, o pastor os relembra desse fato. Um dia quando Clarisse está sentada sozinha na igreja chorando, o pastor senta-se ao lado dela e pergunta se ela deixou Deus estar na terceira dobra do cordão, ela responde que não.

4-      A fisioterapeuta Julie, uma mulher linda, inteligente, batalhadora e sozinha. Ela é um capítulo a parte no filme, junto com seu filho Bryson, um garoto formidável e eles me arrancaram muitas lágrimas, não posso dizer porque, pois seria spoiler. Mas só de pensar em me colocar no lugar da Julie meu peito dói. Já perceberam que sempre que um casal está em crise aparece alguém como a Julie? Mesmo que em nenhum momento ela tenha tentado separar Dave e Clarisse, ela simplesmente estava ali, com seu sorriso e sua boa conversa. Ela quem ajuda Clarisse a superar a depressão e voltar a andar. Ela quem mostra ao Dave como é bom ter um filho, e ele é louco para ser pai. É assim que as coisas funcionam, ela não quis ser má, nem ele, mas quando as coisas estão ruins, sentimentos não são controlados e o coração do homem é enganoso.

Eu recomendaria esse filme para todos os casais, e fiz maridex assistir e não é que ele gostou! Casamento é coisa séria, apesar do mundo dizer exatamente o contrário. Ah, o filme é cristão. Talvez os solteiros e namorados apaixonadinhos, não entendam como as coisas num casamento podem chegar a tal ponto, afinal o amor é tudo. Eu concordo que o amor seja tudo, mas pessoas são diferentes e pessoas erram, se Deus não estiver no cordão de três dobras, tudo com certeza vai por água a baixo.

Aqui o trailer

12 Comentários

Arquivado em Filmes

A última música – Nicholas Sparks – Livro e Filme

Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciam e seu pai decide ir morar na praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as férias de verão com ele na Carolina do Norte.

O pai de Ronnie, ex-pianista, vive tranquilamente na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação dele e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, começa a se apaixonar profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida.

Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão – o primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão – A ÚLTIMA MÚSICA demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração.

**********************

Nem sei por onde começar a escrever depois de tanta emoção. Eu já tinha uma queda pelo Nicholas, mas nesse livro ele me ganhou, virei fã mesmo, o considero um dos meus autores favoritos. O homem para mexer com o coração da gente.

Vou começar falando do livro. Ronnie é uma adolescente rebelde, que atrai todo tipo de confusão, vive em pé-de-guerra com a mãe e não fala com o seu pai a três anos, ignorando as suas cartas e ligações. Sua mãe decide que ela e o irmão vão passar as férias de verão com o pai, e Ronnie odeia a idéia.

Mas nesse verão acontecem diversas coisas que fazem Ronnie crescer e amadurecer. A relação com o seu pai muda. E ainda aparece o Will para fazer o seu coração bater mais forte.

Ok, tudo isso está escrito na sinopse do livro, mas não dá para dizer mais nada sem dar spoiler. O que eu posso dizer é que me identifiquei com a Ronnie desde o início, apesar de nossas atitudes serem diferentes mediante aos problemas, os nossos problemas eram iguais. Pais separados, um irmão mais novo, responsabilidades quanto ao futuro, não aceitar a separação dos pais, culpar o pai por todos os problemas do mundo, isso tudo foi exatamente igual na minha vida. Eu só nunca me envolvi com gente errada, e nunca fui parar na delegacia (quer dizer uma vez eu fui, quando voltava de um show do Red Hot Chili Peppers, mas isso é outra história que conto em outra oportunidade, hahahahahaa).

Assim como eu, a Ronnie tem um coração que não cabe dentro do peito, que perde sua noite de sono para salvar ovos de tartarugas marinhas que seriam comidos por outro animal. Mesmo que brigue com seu irmão, cuida dele e o ama demais. E a relação dos dois, Ronnie e Jonah, é um episódio a parte. Lindo o amor desses dois irmãos.

O Nicholas conseguiu reunir esses “amores” de uma forma maravilhosa. Amor de pai e filha, pai e filho, irmã e irmão, homem e mulher. Tudo isso junto conseguiu mexer com meu coração de manteiga derretida. E o título não poderia ser melhor, a música que une e separa essa relação delicada de pai e filha. E não poderia terminar de uma forma que não fosse como música, spoiler – mesmo que a última – fim do spoiler.

Livro nota 10 na minha opinião. E esse livro é o primeiro livro do Nicholas que eu leio, que tem um “happy end”, mesmo que seja somente parcial.

Agora falando sobre o filme, é lindo também. A essência da história não foi alterada. Mas por ser adaptação alguma coisa aqui ou ali eles sempre mudam.

Eu não gostei de ter sido excluído o pastor Haris, amigo do Steve, pai da Ronnie. No filme, Steve está sempre sozinho, ao contrário do livro que ele tem esse pastor que é um grande amigo. Também excluíram o fato Steve sempre ler a bíblia e a fé dele. No filme, ele está reconstruindo o vitral da igreja, por se sentir culpado pelo incêndio da igreja. Todos na cidade acham que foi ele que incendiou a igreja. No livro a história do incêndio é bem diferente.

Outros personagens poucos explorados foram a Blaze, que aparece só no início do filme – spoiler a parte em que a Blaze fica queimada não aparece – fim do spoiler, e o Marcus – spoiler no filme não rola aquela perseguição em torno da Ronnie – fim do spoiler.

Pontos positivos, a Miley soube interpretar bem a Ronnie, no início bem nojentinha e chata com raiva do mundo e depois uma garota doce, mesmo sem perder a sua personalidade forte. O Liam Hemsworth também interpretou bem o Will.

E tanto no filme quanto no livro o destaque, para mim, é o Jonah (Bobby Coleman), irmão de Ronnie. Que garotinho especial, ele que me fez chorar, quer dizer me acabar em lágrimas, tanto no livro quanto no filme.

Nota 8 para o filme.

 

19 Comentários

Arquivado em Filmes, Livros

Querido John – Livro e Filme – Nicholas Sparks

O que você faria com uma carta que mudasse tudo?

Sinopse

Quando Savannah Lynn Curtis entra em sua vida, John Tyree sabe que esta pronto para começar de novo. Ele, um jovem rebelde, se alista no exército logo após terminar a escola, sem saber o que faria de sua vida. Então, durante sua licença, ele conhece Savannah, a garota de seus sonhos. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah jure esperá-lo concluir seus deveres militares. Mas ninguém pôde prever que os atentados de 11 de Setembro pudessem mudar o mundo todo. E como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu amor por Savannah e seu país. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, John descobre como o amor pode transformar as pessoas de uma forma que jamais poderia imaginar.

Imagem e sinopse retirada do skoob do livro.

 

Sabe um livro que te faz rir, chorar, se emocionar, sentir raiva, frustração, ficar alegre, ficar triste novamente, e pensar nas pessoas e na causa de suas atitudes, e se perguntar porque a humanidade é tão burra? Esse é o livro.

Nicholas Sparks me surpreendeu em muitos momentos com sua forma de falar de coisas tão complexas de uma forma simples, linda e romântica. Eu que sou uma romântica assumida me derreti. O no final do livro me fez uma pergunta: “Por que o Nicholas simplesmente não gosta de finais felizes? Um ‘happy end’ seria bem melhor, pelo menos eu não ficaria tão triste. Mas, nem sempre a vida tem o final que desejamos, isso não significa necessariamente que o final não possa ser feliz. Eu tô falando do final? Então, vamos voltar ao início.

John, um rapaz rebelde abandonado pela mãe e que vive somente com o seu pai metódico, resolve se alistar para o exército americano. Até aqui tudo certo, ok? Em uma de suas licenças ele conhece Savannah, e se apaixonam. Apesar, de passarem pouco tempo juntos, eles vivem intensamente esses momentos. E são momentos lindos! Que nos fazem suspirar, tamanho o romance envolvido. Até a primeira briga do casal é envolvente de tão real, afinal que casal nunca se desentendeu.

John está apaixonado, mas tem que voltar para cumprir o restante do seu alistamento. Savannah promete esperá-lo. E durante esse tempo eles trocam inúmeras cartas. Em um ano estariam novamente juntos, até que o dia 11 de setembro muda tudo. Com a guerra no caminho do John, ele tem que escolher voltar e viver com o seu grande amor ou defender o seu país. Ele escolhe defender o seu país, Savannah diz que entende, mas será que ela entendeu mesmo?

No livro nós temos acesso aos pensamentos de John, então é difícil saber o que se passa com Savannah, só sabemos o que ela diz ao John. Mas, a impressão que temos é que John a ama mais, pois ela não o teria deixado se o amasse na mesma intensidade, pelo menos é o que eu penso. Ela estava sofrendo com a ausência dele, ok eu entendo isso. Mas, ele também sofria por estar longe dela.

O melhor do livro fica por conta do pai do John. Não quero contar aqui o que acontece com ele. Mas, é lindo de ver a relação dos dois crescendo, John amadurecendo e entendendo o seu pai. Pelo menos para isso a Savannah serviu, mostrar ao John certas coisas que ela não via antes, principalmente em relação ao seu pai.

E a atitude do John em relação ao Tim é magnífica, prova o quanto John é bom! E no fim eu fiquei com vontade de colocar John no colo, alisar sua cabeça e dizer que toda aquela dor iria passar e que ele iria encontrar alguém que o valorizasse verdadeiramente. E que a mulher que fizesse isso seria a mais feliz do mundo, por ter alguém tão maravilhoso ao seu lado. Mas, acho que de certa forma ele sabe que isso aconteceria.

Agora falando do filme, eu gostei muito. A história não muda muito do que eu disse até aqui, exceto pelo fim. Como, no filme tive uma visão mais ampla de todos os personagens e não fiquei tão focada na cabeça do John, eu enfim pude compreender a Savannah.

Mas, devo admitir que a Savannah do filme não é a mesma do livro. A Savannah do filme é frágil, doce, encantadora, divertida e me identifiquei com ela. A Savannah do livro me passou uma imagem de uma mulher mais forte e leviana em suas atitudes, que não fiel aos sentimentos e seu coração, se deixou levar pelos acontecimentos e não lutou pelo que queria, simplesmente abriu mão sem pensar em quantas pessoas ela afetaria com essa decisão, principalmente a ela mesma. 

Spoiler (E eu fiquei com raiva dela em muitos momentos, um deles é quando Tim está no hospital e ela provoca o John tirando a camisa com ele vendo. O que ela queria? Trair o marido no hospital com o seu amor de juventude? Não aprovei. E nem no filme ela me fez achar aquilo aceitável) fim do spoiler.

Acho que a principal diferença do filme para o livro é física, pois no livro Savannah é morena e no filme é loira. Existem mais diferenças que eu não sei explicar bem quais são. Só sei que não achei que era a mesma personagem. Não estou criticando a Amanda Seyfried, mesmo porque gosto muito dela como atriz, mas que não achei a Savannah do livro a mesma Savannah que está no filme, isso eu não achei mesmo.

E o Channing Tatum está maravilhoso como John. Aqueles músculos de homem forte com aquele rostinho de menino carente é exatamente o John que eu imaginei. O cara forte que vai para guerra, faz e acontece, mas que gosta de carinho, e mesmo com todas as cenas horríveis de uma guerra não perde o sorriso inocente.

E como disse o final do filme é diferente do livro, mas os dois passam a mesma mensagem de que o amor muda tudo, mesmo em meio à guerra.

E me apaixonei pelo Nicholas e a forma como ele descreve o amor, é real demais! Alguém disse que era ficção, esqueça me envolvi demais com o John para achar que ele não existe, hahahaha.

Leiam o livro e assistam o filme. Assim saberão do que eu estou falando.

Ps. Vocês que disseram que gostaram da minha resenha, me empolguei, espero sinceramente que vocês gostem dessa, porque depois de “Querido John” vem “A última música”.

 

18 Comentários

Arquivado em Filmes, Livros

Dia das mães

Existem muitas datas criadas para atrair as vendas ao comércio, há quem goste e há quem deteste. Eu sou da turma que gosta, não para ganhar presente (claro, que é sempre bom ganhar um presentinho, né?), mas, para mim serve como aquele dia em que reflito a importância das pessoas.

Hoje, é dia das mães, eu me tornei mãe a três anos atrás, é o quarto ano que comemoro como mãe -( sessão nostalgia: o primeiro a Mari era recém-nascida, tão linda e fofa) – e vejo como o fato de ser mãe transformou totalmente a minha vida. Existem muitas coisas que fazem você mudar ao longo da vida, e talvez a mais significativa seja o fato de gerar uma vida.

Além da emoção de se tornar mãe, que é maravilhosa, o pacote vem acompanhado de inseguranças, incertezas, responsabilidades, mas Deus foi tão perfeito (como sempre) nessa criação que nos deu várias coisas em troca. Eu sempre vi as coisas assim: Deus empresta um filho, ou uma filha, para que nós mães (e pais também) possamos sentir um pouquinho do que Ele sente por nós. É um amor único e inigualável, o amor que se tem por um filho.

Ao longo da nossa vida aprendemos muitos tipos de amor, o primeiro é por nossos pais, depois irmãos, avôs, avós, tios, tias, primos, primas, amigos, amigas. Quando ficamos mais velhos aprendemos o amor pelo sexo oposto, aquele que nos tira do chão, faz o coração bater forte, deixa as mãos suadas e um frio na barriga. E que é delicioso, convenhamos.

Mas, acredite em mim, nada se compara ao amor por um filho. Chega a ser físico, porque afinal é uma parte de você que está ali. E você quer dar o melhor de si, você quer se tornar melhor para aquele pequeno ser, que nasce totalmente dependente de você. E você muda! E muda muito! E quando você escuta o primeiro “mãmã” parece que todas as dores, preocupações, cansaço, desgaste vai embora, como se fosse uma mágica. Mas, não é mágica, é real, é sentido, é vida, é felicidade.

Como eu agradeço a Deus, por receber a graça de ser chamada de “mamãe”, de receber aquele abraço sincero, daqueles pequeninos braços, de ouvir o “eu te amo” mais espontâneo do mundo, de sorrir por ver um sorriso. E de entender, mesmo que em pequena porcertagem, o amor de Deus por nós.

Desejo a todas as mães, um feliz dia! E que todas possam parar hoje e pensar na graça que nos é concedida por termos esse título: Mãe!

Ps.1 – A minha linda mamãe está lá em Sampa, mas eu já liguei para ela e nos falamos. Talvez vamos nos ver essa semana, e isso alegrou muito o meu coração.

Ps.2 – Na sexta-feira teve apresentação da escola da Mari, comemorando o dia das mães. E foi a primeira apresentação dela com a turminha do Jazz, e ela estava linda, fofa, dançou tudo direitinho e me fez babar (bem mais que o normal). Vou deixar as fotinhos da apresentação aí embaixo, junto com o vídeo dela dançando. Quem me acompanha no orkut e no twitter já deve ter visto, mas vê de novo, tá?

Ps.3 – Ontem, sábado, Mari dormiu na casa da vovó Maria, e eu e Cris fugimos para passear. Jantamos juntos, namoramos no shopping, como dois adolescentes, e ainda fomos ao cinema. Pegamos a sessão de 00:20, que delícia! Assistimos o Homem de Ferro 2, que é muito bom. (Depois, faço um post sobre o filme).

Este slideshow necessita de JavaScript.

3 Comentários

Arquivado em Eu, Família, Filmes, Mariana, Momentos especiais, Vídeos

Smart People (Vivendo e aprendendo)

Sinopse: O professor de inglês Lawrence Wetherhold (Dennis Quaid) torna-se um homem excêntrico e amargo depois da morte da esposa. As coisas mudam, no entanto, quando ele se apaixona por uma ex-aluna, Janet (Sarah Jessica Parker), que o faz se reaproximar das pessoas.

Gênero: Comédia Dramática

Elenco: Dennis Quaid, Sarah Jessica Parker, Thomas Haden Church, Ellen Page, Ashton Holmes, Christine Lahti, Camille Mana, David Denman, Kiley Caughey, Amanda Jane Cooper.

Esses dias estavamos eu e Cris em casa, por causa das fortes chuvas, entediados, com muitas coisas para fazer e sem condições de sair de casa. “Andando” pelos canais da TV achei esse filme no telecine e sentamos no sofá debaixo dos edredons e assistimos.

O Lawrence (Dennis Quaid) é um professor inteligentíssimo, mas que não sabe passar o seu vasto conhecimento a seus alunos, ele meio que se acha melhor que os outros por causa do seu QI elevado, e não saiu do luto depois da morte da sua esposa. Sua filha Vanessa (Ellen Page de Juno) também é super inteligente, e vive fechada em seu mundinho, cuidando do pai e estudando, a própria CDF. Ele também tem outro filho, que é negligenciado por ele, afinal não é tão inteligente quanto ele. E ainda aparece na história seu irmão adotivo, um quarentão que não arruma emprego e que não tem família. Lawrence sofre um acidente e tem o seu direito de dirigir suspenso. Seu irmão fica em sua casa para lhe servir de motorista. E ele reencontra uma antiga aluna Janet (Sarah Jessica Parker), que agora é médica, e se envolve com ela.

O filme tem diálogos excepcionais, muito inteligentes, que se você não prestar atenção se perde. Mas, o que eu gostei mesmo, foi a volta a vida dos personagens. Eles se dão o direito de amar e recomeçar, zelando pela família. Nos fez pensar no que realmente importa: a família.

Mas, é um filme meio paradão, não tem muitas aventuras ou cenas de ação. E apesar de todo o drama que envolve a estória, não tem aquele sofrimento de todo chororô que costumamos ver nos filmes dramáticos.

Spoiler – Tem muitas cenas engraçadas, envolvendo a Vanessa e seu tio Chuck, como um beijo que ela dá nele, enquanto está bêbada. E depois o tio fugindo dela é bem engraçado. E me vi na Janet quando ela fica grávida e vira outra pessoa, os hormônios bagunçaram legal comigo, hahaha.

Enfim, é um filme legalzinho. Apesar de que estava bem acompanhada, agarradinha no meu maridinho, hahaha. Fica a dica!

3 Comentários

Arquivado em Filmes

The book of Eli

“Num futuro não muito distante, cerca de 30 anos após o término da guerra, um homem solitário cruza a paisagem devastada da América do Norte. Cidades abandonadas, viadutos destruídos, crateras no solo — ao seu redor, as marcas da destruição catastrófica. Não há civilização aqui, nem lei. As estradas pertencem a gangues que matariam um homem pelos seus sapatos, por um gole dágua ou simplesmente por nada.” Mais informações clique aqui.

Na sexta-feira passada, eu e Cris deixamos a Mari na escola de tarde e fomos para o cinema, como estamos sem ninguém para olhá-la enquando damos as nossas fugidinhas, o jeito é ajustar os horários e os programas como podemos.

Eu queria muito assistir esse filme, e não me arrenpendi nem um pouco, porque o filme é ótimo, e me fez refletir sobre muitas coisas. Talvez quem não conheça o livro de Apocalipse, não gostará do filme ou não o entenderá, mas para quem conhece, visualizar tais imagens faz entender muitas coisas, pois o filme se passa no período pós-apocalíptico.

Não vou escrever mais para não dar nenhum spoiler para quem ainda não assistiu. Mas, para mim valeu a pena. Fica a dica.

2 Comentários

Arquivado em Filmes

Uma prova de amor

Sinopse

A pequena Anna não é doente, mas bem que poderia estar. Por treze anos, ela foi submetida a inúmeras consultas médias, cirurgias e transfusões para que sua irmã mais velha Kate pudesse, de alguma forma, lutar contra a leucemia que a atingiu ainda na infância. Anna foi concebida para que sua medula óssea prorrogasse os anos de vida de Kate, papel que ela nunca contestou… até agora. Tal como a maioria dos adolescentes, ela está começando a questionar quem ela realmente é. Mas, ao contrário da maioria dos adolescentes, ela sempre teve sua vida definida de acordo com as necessidades da irmã. Então, Anna toma uma decisão que seria impensável para a maioria, uma atitude que irá abalar sua família.
 
O título original do filme é My Sister’s Keeper, que traduzindo literalmente seria “Guardiã da minha irmã”! Eu assisti ontem a esse filme e chorei do início ao fim. É um filme lindo, que trata de uma situação tão delicada, de uma forma leve. A história vai sendo contada com muitos flashbacks nos mostrando todos os lados, o do pai, do irmão, de Anna, de Sara, do advogado e até da juíza que julga o caso.
O casal Brian (Jason Patric) e Sara (Cameron Diaz) é um jovem casal, ele bombeiro e ela uma advogada de sucesso, e tem dois filhos, Kate e Jess. Quando Kate está com três anos, eles descobrem que ela tem leucemia, e o caso dela é raro. Sara faz tudo pela filha, abandona emprego, carreira e passa a se dedicar exclusivamente para tratar de Kate. Quando todos os tratamentos parecem não mais fazer efeito, o médico sugere uma fertilização in vitro, para que a nova criança tenha todos os genes de Kate e possa salvar a vida da irmã. E assim nasce Anna, que já começa a vida doando o cordão umbilical para Kate.
E assim segue crescendo e sempre passando por intervenções, sendo furada e hospitalizada diversas vezes. Até que com 11 anos decide procurar um advogado e pedir emancipação médica dos pais, mesmo sabendo que sua atitude poderia matar a sua irmã, mas o que descobrimos é que foi ela quem manteve a irmã viva por tanto tempo.
Enfim, o filme é lindo, muito bem interpretado, a Cameron dá um show, saiu daquelas comédias românticas e entrou no drama, fazendo um papel espetacular. É um filme que nos faz pensar, a gente se questiona sobre muitas coisas. E como mãe foi impossível não me colocar no lugar da Sara em diversas situações.
Em super recomendo o filme!

4 Comentários

Arquivado em Filmes